22 de fevereiro de 2011

Do-lhe uma, do-lhe duas...

Hoje tento retomar ao começo, tentar entender alguns princípios que até então esquecidos. Chegasse uma faze em que o bom não é o bastante, "tem que ser o melhor", onde o relógio dita o ritmo e não o conhecimento. Acontece é que em muitas vezes confundimos isso, agregando-os.
Tenho uma visão muito autêntica do requisito bem e mal, céu e inferno. Gostaria de saber:
- Onde está escrito que há necessidade de sermos religiosos para fazer o bem?
- Quem foi que decidiram que o "céu" é o lugar onde as pessoas julgadas como boas por”?”?
- Por que é "céu", por que não são "montanhas", "Marte”, etc.?
- Se existe um lugar recompensa, não bastaria fazer e querer bem ao semelhante? Pra quer colocar valores nessa história?
Afinal isso há muito tempo já virou um leilão, sem querer atacar igreja X nem Y, só que neste tipo de pregão quem bate o martelo faz entender que o possível ao seu bolso é útil, porém enverga seu generoso de R$X(abaixo de R$5, 00) e diz;
- Tamanha sua fé (R$), tamanho o milagre;
Vemos então testemunhos de pessoas que sobem até o lugar mais alto do recipiente, e se diz curada e que sempre colaborou com a entidade isenta. Quisera poder informar que esta é uma das maiores formas de publicidade.
Quanto ao "bem" e ao “mal", somos os dois sempre em determinadas escolhas que tomamos. Somos o braço direito e ao mesmo tempo o "Diabinho" no ouvido opinando. Certamente os dois são fundamentais a nós, pois sabemos quando lúcidos tomar posições centradas. 
 O inferno, a meu ver enfrentamos no dia-dia, e nós mesmos somos o castigado e o castigador. É como se plantássemos uma árvore:
-semeia-se a semente. Se cuidarmos e umedecer o solo, teremos uma bela árvore. No contrário, nem brota.
Como conclusão, sempre temos a escolha, existindo ou não hipóteses de salvação e recompensa, lembrando que se existir, nunca deverá ser cobrado, mas mesmo assim temos sempre como escolher nossas atitudes e o rumo das nossas parcerias e amizades.
Espero ter sido objetivo, e até...